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Efeito Anabólico do Ácido D-Aspártico

Quinta, 13 de dezembro de 2012 | Categoria : Nutrição Esportiva
Efeito Anabólico do Ácido D-Aspártico

Aumenta em Mais de 30% os Níveis de Testosterona
Auxilia no Tratamento da Disfunção Erétil e de Outros Fatores Relacionados a deficiência de Testosterona 


Ácido D-aspártico é um aminoácido endógeno, formado através da conversão do Ácido L-aspártico em Ácido D-aspártico pela enzima ‘racemase D-aspartato’, que converte o Ácido L-aspartico em acido D-aspártico (figura-1). Este aminoácido tem papel importante na síntese de hormônios, pois atua no cérebro e no sistema endócrino diretamente como neutransmissor e neurosecretor.

Ação do Ácido D-Aspártico no Sistema Endócrino


O Ácido D-aspártico e o NMDA (NMetil-D-Aspartato) estão envolvidos na regulação da síntese e secreção hormonal. Pesquisas indicam que estes aminoácidos agem na glândula pituitária, estimulando a secreção dos hormônios prolactina, luteinizante (LH) e hormônio do crescimento (GH), através do aumento dos níveis de hormônio 
liberador de gonadotrofinas (GnRH). Nos testículos, o Acido D-aspártico atua diretamente nas células de Leydig e de Sertoli, promovendo a liberação de testosterona e progesterona.

O ácido 
D-aspártico 


- é um aminoácido presente em tecidos neuroendócrinos 
- como um composto fisiológico no testículo de mamíferos e da hipófise, tem um papel na regulação da síntese e liberação de LH e testosterona.  Este aminoácido regula a síntese de LH e testosterona nos testículos e a hipófise, respectivamente.  Esta ação na hipófise é mediada pelo GMPc e AMPc no testículo, 

O TEXTO TRATA-SE DO EFEITO DESSE AMINOÁCIDO SOBRE A LIBERAÇÃO DE LH E TESTOSTERONA

Conheceremos os efeitos da D-aspartato sobre a síntese de LH e testosterona,e sua influência direta na hipófise e células de Leydig, através da medição da concentração (síntese) de GMPc e LH na hipófise e da testosterona e AMPc nas células de Leydig foi determinada.

O Ácido D-aspártico não eleva a testosterona pela supressão da hipófise, mas sim via estimulação pituitária e direta dos testículos, resultando num efeito de duas vias. 
Sugere-se também o uso do Ácido D-aspártico no tratamento da fadiga crônica e depressão, pois promove aumento da produção de energia e da excitação neuronal. 
Também estimula positivamente o sistema imune, através do aumento da diferenciação celular e potencialização da imunidade. 

Indicações: 
• Restaura os níveis de testosterona; 
• Trata a fadiga crônica; 
• Trata a oligoespermia ou distúrbios de motilidade dos espermatozoides; 
• Aumenta as defesas do organismo, através do aumento da diferenciação celular. 

Dose usual: 
- Homens: 0,5g a 3g (administrar em jejum). Inicia-se com uma dose menor e eleva-se progressivamente. 
- Mulheres: 0,5g a 1g (administrar em jejum). Inicia-se com uma dose menor e eleva-se progressivamente. 

Restrições para Uso: Recomenda-se o monitoramento do paciente com relação às alterações de humor, dados laboratoriais e sintomas físicos. Não é recomendado o uso deste produto em crianças e adolescentes, nas condições patológicas que se agravam com o aumento de neurotransmissores excitatórios, como: esquizofrenia, epilepsia, AVC, Alzheimer e esclerose lateral amiotrófica. 
Modo de usar: Tomar 1 dose de 1g 1x ao dia, em jejum. 

Conclusão
 
O ácido D-aspártico atua: 
- Na glândula hipófise e os testículos e tem um papel na regulação da síntese e liberação de LH e testosterona é um aminoácido endógenos, que dentro do sistema nervoso, esta concentrada nos terminais dos axônios (sinaptossomas) e em 
vesículas sinápticas juntamente com L-Asp e L-Glu, além disso, está envolvido na atividade visual, sugerindo que tem um papel na neurotransmissão
- Na espermatogênese 
- Ocorre em alta concentração na glândula pineal, onde ela modula a síntese de melatonina na glândula pineal, e está implicado na α-melanócito-estimulante, hormônio GABA, e liberação de dopamina. 
- vários D-Asp está concentrada nas glândulas endócrinas, particularmente na glândula pineal, a hipófise e os testículos pode ser capaz de gerar a liberação do hormônio liberador de gonadotrofinas (GnRH) pelo hipotálamo, o hormônio luteinizante (LH) eo hormônio do crescimento (GH) pela hipófise, e de testosterona os testículos. 
Referências Bibliográficas 
1. Schini-Kerth VB, Auger C, Etienne-Selloum N, Chataigneau T. Polyphenol-induced endothelium-dependent relaxations role of NO and EDHF. Adv Pharmacol. 2010;60:133-75. 
2. BIO SERAE Laboratories, França.

Fonte: www.rbej.com/content/7/1/120